Video games manipulados diretamente por ondas cerebrais estarão disponíveis até o fim deste ano, segundo uma companhia do Silicon Valley que já criou alguns modelos de baixo custo.
Um homem usando a roupa de Darth Vader, de "Guerra nas Estrelas", demonstrou na Conferência de Criadores de Video Games, em San Francisco, a invenção da NeuroSky, ligando e desligando seu sabre de luz sem tocar em nenhum botão.
"É como ter a Força", afirmou, aludindo ao conceito místico do filme em que a energia pode ser gerada pela mente.
O crédito corresponde de fato a sensores que medem o humor das pessoas mediante emissões das ondas cerebrais, segundo o porta-voz da NeuroSky, Greg Hyver.
As leituras são convertidas em ação nos video games por um programa informático, explicou Hyver.
Objetos na tela podem ser movidos focando-se atentamente neles e ''apontando'' com um mouse para ela. Os jogadores devem "acalmar" suas mentes para poder conduzir os objetos em jogo.
A firma indicou ter vendido a tecnologia a fabricantes de games, que lançaram os produtos no mercado até o final do ano.
"A tecnologia existia há muito tempo, o problema eram os custos", disse Hyver.
A tecnologia também poderá ser usada em brinquedos como o sabre de luz ou para que os MP3 sintonizem nas músicas segundo o estado de ânimo do usuário.
Um homem usando a roupa de Darth Vader, de "Guerra nas Estrelas", demonstrou na Conferência de Criadores de Video Games, em San Francisco, a invenção da NeuroSky, ligando e desligando seu sabre de luz sem tocar em nenhum botão.
"É como ter a Força", afirmou, aludindo ao conceito místico do filme em que a energia pode ser gerada pela mente.
O crédito corresponde de fato a sensores que medem o humor das pessoas mediante emissões das ondas cerebrais, segundo o porta-voz da NeuroSky, Greg Hyver.
As leituras são convertidas em ação nos video games por um programa informático, explicou Hyver.
Objetos na tela podem ser movidos focando-se atentamente neles e ''apontando'' com um mouse para ela. Os jogadores devem "acalmar" suas mentes para poder conduzir os objetos em jogo.
A firma indicou ter vendido a tecnologia a fabricantes de games, que lançaram os produtos no mercado até o final do ano.
"A tecnologia existia há muito tempo, o problema eram os custos", disse Hyver.
A tecnologia também poderá ser usada em brinquedos como o sabre de luz ou para que os MP3 sintonizem nas músicas segundo o estado de ânimo do usuário.
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