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19.5.08

Google revela serviço de registros médicos

O Google estreou sua ferramenta para armezenar dados médicos, o Google Health.

O Google apresentou Google Health, um novo serviço de informações sobre saúde que combina o mecanismo de busca da empresa líder da internet com um registro sobre a saúde pessoal do usuário.

O serviço protegido por senha, que pode ser encontrado no http://www.google.com/health/, fornece um perfil personalizado para usuários do Google com seu histórico médico e reúne informações relevantes sobre as condições médicas do usuário.

A ferramenta ainda inclui um link para ajudar usuários a encontrarem médicos por localização ou especialização.

A "caixa de remédios virtual" avisa os pacientes quando eles precisam tomar remédios e as possíveis interações entre diferentes medicamentos. Usuários também podem importar registros médicos se estes estiverem disponíveis em formato digital.

O serviço inclui links para a maioria das cadeias de farmácia, médicos e hospitais.

Autoridades em Mountain View anunciaram o serviço que já havia sido antecipado durante uma coletiva para discutir o desenvolvimento do sistema de busca da empresa.

"Se alguém pode demistificar o que é saúde, e tornar isso divertido... o Google pode", disse Dr. Michael Roize, vice-presidente de bem estar da Cleveland Clinic, durante coletiva na sede do Google.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052008/19052008-21.shl

8.5.08

Google Me: The Movie

Ok, quem nunca colocou seu próprio nome no Google, para “testar” sua popularidade, nem precisa ler o post. Mas, se você está lendo esta segunda frase, não pode negar: já fez isso. Pois o Jim Killeen, film-maker americano, colocou seu nome no search do Google e descobriu mais sete caras com o mesmo nome, mundo afora. E foi atrás deles, para conhecê-los em suas vidas e histórias. O resultado é “Google Me - The Movie”, um documentário excelente, com uma mensagem humanista dentro de um mundo cercado por coincidências, divergências e conflitos. O trabalho vem sendo selecionado em vários festivais de cinema alternativo, como o prestigiado Newport Beach Film Festival, na Califórnia. Abaixo o trailler (o filme pode ser visto, claro, no Youtube):

3.5.08

Site de busca contribui para reflorestar Amazônia

O Ecoogler é um mecanismo de busca que ajuda no reflorestamento de árvores e na preservação de recursos hídricos na região amazônica. A cada busca no Ecoogler, o internauta contribui simbolicamente com uma folha no reflorestamento. A cada 10 mil folhas, uma árvore é plantada na Amazônia.

O projeto é uma parceria entre o Google, que fornece a tecnologia de pesquisa, e a Aquaverde, organização sem fins lucrativos fundada na Suíça em 2002.

Na página inicial do ecoogler.com, um contador mostra a contagem de folhas e árvores a serem plantadas, e de mudas que já foram plantadas.

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2859281-EI4802,00.html

24.4.08

Google pode pagar multa de até R$ 100 mil por fofocas no Orkut

O Juiz Glodner Luiz Pauletto, do Tribunal de Justiça de Rondônia, determinou que o Google pague multa diária de R$ 1 mil por permitir a divulgação no site de relacionamentos Orkut fofocas sobre cidadãos, “principalmente crianças e adolescentes”, das cidades de Pimenta Bueno, São Felipe do Oeste e Primavera de Rondônia. O objetivo da decisão é proibir a criação de novas páginas ou comunidades com esse fim.

Essa decisão já havia sido tomada, mas o Google entrou com um recurso pedindo para a Justiça suspendê-la. A determinação, no entanto, foi mantida pelo juiz Pauletto no último dia 17: a única alteração foi o estabelecimento de um limite de até R$ 100 mil para a multa. A determinação ainda será julgada pela 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia e, somente depois disso, a pena poderá ou não ser aplicada.

No recurso, o Google afirmou ter cumprido o que foi possível da liminar, excluindo as comunidades mencionadas. Além disso, alegou que os usuários são responsáveis pelas comunidades e pelo conteúdo nelas inserido, dizendo ser impossível realizar a fiscalização determinada pela ordem (vistoria diária e contínua de todo o conteúdo inserido no Orkut).

Para a Justiça, a companhia se “escuda na impossibilidade técnica de fiscalizar tais comentários para pedir a suspensão da medida”. Segundo o juiz, o responsável pelo espaço onde os comentários são inseridos (Google) deve utilizar essa mesma tecnologia (do Orkut) para impossibilitar a divulgação de fofocas, “criando mecanismos e ferramentas para inviabilizar a ocorrência”.

Apesar de ter determinado um limite para a multa, o juiz afirmou que o valor pode ser revisto, caso entenda necessário.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL422211-6174,00.html

16.4.08

Google exibe filtro para barrar pedofilia

O Google apresentou novos recursos para identificar rapidamente conteúdo pedófilo publicado online.

Em post assinado pelo chefe de pesquisas Shumeet Baluja, o Google explica que desenvolveu novos tipos de filtros em parceira com o Centro Nacional de Crianças Exploradas, instituição filantrópica que protege crianças nos Estados Unidos.

“O advento da internet abriu uma nova avenida para quem deseja explorar crianças. Exploradores usam tecnologia de ponta para atingir seus objetivos e nós colocamos toda inteligência do Google para combater isso”, diz Baluja.

Segundo o Google, novos aplicativos vão analisar imagens e vídeos que aparecem nas buscas do Google ou que são postados em serviços hospedados pela empresa, como sua ferramenta de blogs ou rede social.

Os filtros, promete o Google, serão capazes de identificar conteúdo suspeito por meio de análise de imagens e por características como comentários que despertam dos usuários. “Assim poderemos identificar mais rapidamente abusos e impedi-los de permanecer online”, diz o post.

No Brasil, a existência de conteúdo pedófilo na rede social orkut despertou a atenção do Ministério Público e da CPI da Pedofilia, no Senado. Há uma semana, o presidente do Google no Brasil, Alexandre Hohagen, foi à Brasília depor na CPI. Hohagen disse que novas tecnologias vão aumentar a vigilância sobre o orkut, diminuindo o uso da rede por pedófilos.

O Ministério Público acusa o Google de só colaborar com as autoridades quando pressionado.


http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/14042008-15.shl

Yahoo pode enfrentar obstáculos antitruste maiores com Google

A tentativa do Yahoo de formar uma aliança com o Google para evitar a proposta de aquisição da Microsoft pode enfrentar mais problemas junto às autoridades regulatórias do que a oferta não solicitada da Microsoft. Especialistas em assuntos jurídicos dizem que qualquer acordo entre os dois maiores serviços de busca na Internet atrairá forte escrutínio das autoridades regulatórias da competição nos Estados Unidos e na Europa, embora o Yahoo esteja tentando formar uma parceria de negócios com o Google em vez de uma fusão como a que a Microsoft deseja.

"O Departamento da Justiça certamente desejaria observar a situação com atenção, porque isso significaria que uma empresa que desejasse colocar ou receber publicidade online só teria um fornecedor a quem recorrer", disse Aaron Edlin, professor de Direito e Economia na Universidade da Califórnia, em Berkeley.

Nos últimos anos, os serviços de busca na Web superaram os portais ou home pages, por exemplo America Online, MSN ou Yahoo, como porta de entrada preferencial para muitos consumidores que estejam à procura de informações na Internet.

O Google detinha 59,2% do mercado de buscas norte-americano em fevereiro, ante 21,6% para o Yahoo e 9,6% para a Microsoft, de acordo com o grupo de pesquisa comScore. Para combater esse domínio, a Microsoft apresentou em janeiro uma proposta para adquirir o Yahoo em uma transação paga em dinheiro e ações agora avaliada em US$ 42 bilhões.

O Yahoo rejeitou a proposta por considerar que o preço é baixo demais e está procurando outros parceiros. Na semana passada, a empresa anunciou um teste de terceirização da publicidade vinculada a buscas com o Google, uma idéia que, segundo algumas fontes, é parte dos planos do Yahoo para formar uma aliança tripla para enfrentar a Microsoft, que envolveria também a America Online, da Time Warner.

Os especialistas em questões antitruste dizem que as autoridades regulatórias provavelmente se oporiam a uma aliança permanente entre Google e Yahoo, e provavelmente aprovariam a proposta de fusão entre Microsoft e Yahoo.


13.4.08

Google cria página especial para acessar Orkut do celular


Sem alarde, o Google lançou neste final de semana a versão para telefones celulares do site de relacionamentos Orkut, o mais popular entre os internautas brasileiros.

Para acessar o Orkut, é preciso ter um telefone celular com acesso a internet. Basta, então, digitar o endereço m.orkut.com no browser do aparelho. Pela página, mais leve que o Orkut original, é possível verificar uma versão resumida dos perfis. Também é possível ver e enviar 'scraps'.

As vantagens de se utilizar a versão para celulares do Orkut são velocidade e custo. Como o site é programado para a tela do aparelho telefônico, traz menos imagens e um código com menos informações. Desta forma, o aparelho baixa as páginas mais rapidamente. E, como as operadoras de celular cobram por quantidade de dados baixados, sai mais barato navegar pela nova versão, em comparação ao Orkut original.

Atualmente, 54% dos usuários do Orkut são brasileiros. O país responde por mais de 27 milhões de perfis postados no site. O número de pessoas cadastradas, no entanto, é desconhecido, já que há milhares de perfis falsos e cadastros duplicados.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL399397-6174,00.html

12.4.08

Juiz condena Google a pagar R$ 10 mil para mulher ofendida no Orkut

O Google foi condenado no Brasil a pagar indenização de R$ 10 mil a uma mulher que foi alvo de ofensas por usuários do serviço de redes sociais Orkut.

O juiz titular do juizado especial civil de Cuiabá, Yale Mendes, determinou o pagamento da indenização na quarta-feira (9), depois que a mulher descobriu que estava sendo descrita como "caloteira" em uma comunidade de usuários do Orkut. Ela abriu processo em outubro de 2007.

No processo, a mulher pediu indenização de R$ 15,2 mil. O Google retirou a comunidade do ar depois de determinação anterior do juiz, que julgou o mérito da indenização nesta semana.

Segundo Mendes, o Google alegou que não tem como controlar a criação de comunidades no Orkut. Por isso, ele acabou condenando a empresa por "defeito na prestação de serviço e responsabilidade objetiva".

"Responsabilidade objetiva porque a empresa é dona do Orkut e (é um) defeito na prestação de serviço porque isso não é um serviço que possa ser prestado a ninguém. Já pensou se todos quisessem criar uma comunidade com um nome contra seu inimigo?", disse o juiz. "Se ela (Google) alega que não tem como controlar, então o certo seria tirar a prestação de serviço (do ar) se você não sabe prestar."

A decisão do juiz cabe recurso na justiça estadual do Mato Grosso. Procurada pela agência de notícias Reuters, a assessoria de imprensa do Google informou de imediato que a companhia "acata todas as ordens judiciais assim que for notificada".

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL395878-6174,00.html