Lançada em maio de 2007, esta enciclopédia dará livre acesso a todos os conhecimentos atuais sobre a biodiversidade terrestre. Com isso, pretende-se preservá-la melhor frente aos riscos apresentados pelo aquecimento global e a exploração por parte dos humanos.
A criação deste índice tornou-se possível graças aos recentes avanços tecnológicos nas ferramentas de busca e de visualização da informação alcançados nos últimos cinco anos, explicaram seus criadores.
Serão necessários ainda 10 anos para criar o conjunto das páginas digitais que conterão todas as espécies vivas catalogadas há 250 anos pelos cientistas.
Mas a Enciclopédia da Vida será constantemente atualizada para incluir as novas espécies identificadas ou extintas. Este catálogo, que mostrará o conjunto da biodiversidade que engloba o mundo animal e vegetal, poderá ser estendido depois ao universo microbiano.
Ao reunir todas as informações conhecidas sobre as aproximadamente 1,8 milhão de espécies conhecidas, a enciclopédia dará aos cientistas um instrumento que permitirá, por exemplo, estabelecer mapas dos vetores responsáveis pelas doenças humanas, revelar os mistérios da longevidade ou tornar mais lenta a propagação de espécies invasoras, acrescentou.
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