"O Departamento da Justiça certamente desejaria observar a situação com atenção, porque isso significaria que uma empresa que desejasse colocar ou receber publicidade online só teria um fornecedor a quem recorrer", disse Aaron Edlin, professor de Direito e Economia na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Nos últimos anos, os serviços de busca na Web superaram os portais ou home pages, por exemplo America Online, MSN ou Yahoo, como porta de entrada preferencial para muitos consumidores que estejam à procura de informações na Internet.
O Google detinha 59,2% do mercado de buscas norte-americano em fevereiro, ante 21,6% para o Yahoo e 9,6% para a Microsoft, de acordo com o grupo de pesquisa comScore. Para combater esse domínio, a Microsoft apresentou em janeiro uma proposta para adquirir o Yahoo em uma transação paga em dinheiro e ações agora avaliada em US$ 42 bilhões.
O Yahoo rejeitou a proposta por considerar que o preço é baixo demais e está procurando outros parceiros. Na semana passada, a empresa anunciou um teste de terceirização da publicidade vinculada a buscas com o Google, uma idéia que, segundo algumas fontes, é parte dos planos do Yahoo para formar uma aliança tripla para enfrentar a Microsoft, que envolveria também a America Online, da Time Warner.
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