Agora, a mesma disputa começa a ser travada com uma empresa iniciante chamada Redlasso.com, que oferece programas de rádio e TV para que blogueiros possam extrair vídeos e clipes de áudio e postá-los em seus sites.
Na prática, o site facilita ainda mais aos blogs encontrar um momento memorável ou uma mancada grave e usá-los como preferirem. Entre os vídeos mais populares do serviço Redlasso este mês está um videoclipe do site PerezHilton.com sobre o anúncio de casamento de Ellen DeGeneres, um clipe no HuffingtonPost.com sobre a entrevista da senadora Hillary Clinton ao canal de TV a cabo Fox News e um clipe da HotAir.com mostrando reportagens da rede de TV a cabo CNN sobre o estado de saúde do senador John McCain.
"Criamos uma maneira de trabalhar com os criadores de conteúdo e controlar a situação, em lugar de eles terem de perseguir seus vídeos veiculados por toda a Internet", disse Ken Hayward, presidente-executivo da Redlasso.
Bancada por investimentos de empresas de capital para empreendimentos, a esperança da Redlasso era que as redes de televisão aceitassem acordos com ela para vender publicidade vinculada ao seu conteúdo. Mas isso não funcionou, e as redes de TV querem que a Redlasso deixe de distribuir o seu conteúdo. Em 19 de maio, NBC, CBS e Albritton, uma empresa que controla canais de televisão, enviaram uma carta formal à Redlasso afirmando que a empresa havia "iniciado a construção de um negócio com base em distribuição não autorizada de conteúdo de notícias, entretenimento, esportes e outros materiais de rádio e TV controlados por terceiros".
Hayward disse que sua empresa tentou convencer as empresas de mídia a aceitar seu modelo por dois anos. Por que elas não o fizeram? "Elas têm suas estratégias a executar, e isso está fora de meu controle", disse ele. Perguntado se a Redlasso estava usando conteúdo de maneira não autorizada, ele não respondeu de maneira inequívoca, limitando-se a dizer que "nós viemos em paz".
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