3.5.07

Imagem do dia: Convertendo valores

(clique para ampliar)

Humor: Família humilde ganha TV de presente

Marketing Afiado: MS Office XP

Informática: Hackers quebram de vez a proteção ao HD-DVD

O código que abre qualquer disco HD-DVD está em toda a web. A divulgação resultou de uma escaramuça entre usuários do site Digg.com e a MPAA.

A MPAA, associação das indústrias de cinema, vem sofrendo mais um revés em torno dos sistemas de DRM (digital rights management) para proteger os discos HD-DVD. A história é cheia de nuances. Começou com a descoberta de um código universal para desbloquear o HD-DVD, um número hexadecimal.

Antes, para fazer isso, era necessário ter um código específico para cada disco. Agora, identificaram um número hexadecimal que é a chave mestra para desbloquear qualquer disco HD-DVD. Essa chave também pode ser usada em todos os discos e programas para HD-DVD no micro, deixando de lado as proteções.

Na cena seguinte, internautas começaram a publicar nos fóruns do site Digg.com o tal código destravador de todos os HD-DVDs. A MPAA pressionou o site e, em conseqüência, desapareceram mensagens e contas dos usuários que as postaram. A resposta dos usuários veio rapidamente. Eles espalharam o código em milhares de sites. Além disso, há letras de música com o código, animações em Flash, canecas e camisetas. Todos estampam, de alguma forma, o número fatídico.

Basta fazer uma busca com o argumento “HD-DVD code”. Vem uma enxurrada de sites, todos com o hexadecimal 09-f9-11-02-9d-74-e3-5b-d8-41-56-c5-63-56-88-c0. Segundo o Google, há quase 300 mil páginas contendo esse número.

O resultado, até o momento, é que a proteção anticópia dos HD-DVDs foi por água abaixo. Obviamente, os responsáveis podem fazer um extenso trabalho de atualização do firmware dos equipamentos. De todo modo, como já houve tantas quebras, nada garante à MPAA que, mesmo reforçada, a proteção não venha a ser derrubada outra vez.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052007/02052007-22.shl

Tecnologia: Navegação GPS é próximo alvo dos celulares

Depois de roubar mercado dos despertadores e câmeras, os celulares vão avançar sobre navegação.

Os fabricantes de celulares vêem a navegação como uma das próximas grandes áreas de aumento de receita, e mesmo no estágio incipiente em que esse mercado se encontra, os analistas estimam seu movimento anual em centenas de milhões de euros.

Enquanto há alguns anos fabricantes de aparelhos de navegação portáteis como a holandesa TomTom desconsideravam a possível concorrência do setor de celulares, agora eles reconhecem o potencial risco para seus negócios.

A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, começou a vender seu primeiro telefone com recursos de navegação, o N95, há um mês, e outros fornecedores importantes devem acompanhar esse exemplo em breve.

O N95, que custa 700 euros, não é um modelo de massa, apesar das informações iniciais que indicam fortes vendas, mas o grupo finlandês quer incluir chips de comunicação com o sistema GPS em número maior de seus produtos.

"Acredito que esses chips serão rapidamente acrescentados a quase toda a nossa carteira de produtos", disse Kai Oistamo, diretor da divisão de telefonia móvel da Nokia em recente entrevista coletiva.

A tecnologia GPS permite que os fabricantes de celulares desenvolvam sistemas de navegação sem recorrer às operadoras de telefonia móvel, e pelo menos alguns dos celulares com recursos de navegação podem ser usados para orientação mesmo que não estejam conectados às redes das operadoras no momento do uso.

As operadoras obteriam uma parcela dos negócios quando o fluxo de dados em tempo real começar. Até o momento, o sonho das fabricantes de celulares é que as pessoas usem seus aparelhos para localizar, por exemplo, restaurantes vizinhos, mas os produtores de aparelhos de navegação para automóveis já começaram a oferecer esse tipo de serviço.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052007/02052007-23.shl

Música: Guns N' Roses é processado por empresa em mais de US$ 100 mil


Um empresa de Nova Jérsei entrou na Justiça contra o Guns N' Roses alegando não ter recebido US$ 107 mil. A quantia, relativa a serviços prestados durante a turnê de 2006, não teria sido paga pela banda.

Repetidos pedidos para o pagamento não foram atendidos de acordo com o texto da ação da Speed of Sound, companhia da cidade de Irvington.

A ação data do dia 11 de abril e acusa o Guns N' Roses e três companhias relacionadas à banda, responsáveis pela organização da turnê, além dos próprios membros do grupo, incluindo o cantor Axl Rose.

A agência Associated Press procurou o empresário do Guns N' Roses e as empresas citadas na ação, mas não obteve resposta.

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL30042-7085,00.html

Games: Ao menos em game, Oriente Médio ganha paz

Levar a paz ao Oriente Médio é uma tarefa que muitos já tentaram e falharam. Com o jogo PeaceMaker, porém, essa conquista fica ao alcance de qualquer pessoa. O software, desenvolvido por programadores israelenses e norte-americanos nos EUA, permite que o jogador atue como o primeiro-ministro de Israel ou o presidente da Palestina, tomando decisões diplomáticas, econômicas e de segurança conforme os acontecimentos. O usuário precisa pensar seus passos de acordo com as repercussões, tentando o melhor caminho para chegar à paz.

A interface mostra um mapa dos territórios envolvidos, com janelas que se abrem mostrando uma foto ou um vídeo do cenário, como um atentado suicida palestino ou um ataque aéreo israelense. Como na vida real, cada decisão leva a uma reação no conflito ou por parte da comunidade internacional. O objetivo do jogador é alcançar compromissos e eventualmente um acordo de paz, levando ao estabelecimento de um Estado palestino.

“O segredo é optar por uma rota ao meio, para andar entre os problemas e não tomar decisões radicais”, disse um dos criadores do jogo, o israelense Asi Burak. “Você deve saber quando ignorar as coisas e quando responder a elas.”

Burak criou o jogo em parceria com Eric Brown como um projeto na Universidade de Carnegie Mellon, nos EUA. “Tentamos responder a todas as coisas que pensamos ser críticas –- refugiados palestinos, Jerusalém, para que o jogo possa ficar imune ao tempo. Também não demos nomes aos líderes”, disse Burak.

Eles consultaram estudantes palestinos enquanto desenvolviam o jogo e contam com muçulmanos e judeus testando o game periodicamente. “Tudo depende de como as pessoas abordam isso psicologicamente, e da bagagem que elas têm”, explica Burak. “Muitos israelenses disseram achar difícil jogar do lado palestino, por exemplo. As pessoas tendem a jogar pelo seu próprio lado.”

Os cenários aparecem sem seqüência certa, e muitos são baseados em eventos já ocorridos. Se o game for jogado corretamente, janelas mostrando cenários que indicam progressos no alcance da paz irão aparecer. O jogo é vendido no site da companhia dos criadores, a ImpactGames, por US$ 20. Há opções de idioma para inglês, hebraico ou árabe.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL30267-6174,00.html

2.5.07

Imagem do dia: Comparação sem graça...


(clique para ampliar)

e aí? você leitor do SN, ficaria junto com qual torcida?

Humor: Como Manter um nível de insanidade saudável dentro do elevador




sugado do parceiro cachorro louco

Marketing Afinado: Calton Draught