2.5.07

Música: Skol Beats aposta em novidades


Mais importante festival de música eletrônica do País, o Skol Beats chega à 8ª edição em plena forma: vão ser dois dias em vez de um, com atrações nacionais e internacionais de peso.

» Confira a programação!

O evento acontece na sexta-feira e no sábado, no Espaço Skol Beats, na zona norte de São Paulo, próximo ao Sambódromo, palco da três últimas edições. A idéia, aliás, é que depois do festival o espaço abrigue outros eventos.

O elenco internacional conta com nomes estrelados como Miss Kittin, Afrika Bambaata, Laurent Garnier e Christal Method, além de novidades como o SugarDaddy, projeto de Tom Findlay (Groove Armada) e os "hypados" Mstrkrft e Simian Mobile Disco.

No quesito pratas da casa, o festival tem desde o funk-indie-debochado do Bonde do Rolê, sensação lá fora, a nomes conhecidos da cena eletrônica, como Mau Mau, Renato Cohen e Patife, à dupla MixHell, formada por Iggor Cavalera, ex-baterista do Sepultura, e sua mulher, Laima Leyton.

O palco principal, Skol Live Stage, é o maior do evento, mas grandes atrações se apresentam nas tendas também. No dia 4, as outras tendas são a Urban Beats, que recebe, entre outros, Afrika Bambaata, e DJ Mag, com David Guetta. Dia 5, é a vez das tendas The End, com Laurent Garnier e Miss Kittin, e DJ Marky & Friends, com o anfitrião, Garnier de novo e Patife, entre outros.

"A cada ano o festival tem uma 'pegada' diferente, às vezes mais comercial, ou mais vanguardista", explica o diretor artístico do evento, Pablo Fantoni. "Em vez de um megapopstar como o Prodigy (atração em 2006), este ano a gente resolveu mostrar maior quantidade de tendências musicais. Cada tribo vai ter a pessoa que gosta", acredita ele, que compara seu trabalho ao do técnico da Seleção Brasileira. "Todo mundo opina", ri.

As apresentações vão contar com projeções de VJs, com nomes como Spetto e o coletivo Embolex. Entre os outros espaços do evento, destaque para o Mercado Mundo Mix, que ressurge na tenda Lounge.

Seis dezenas de atrações em seis dias
São 60 atrações em dois dias, num total de cerca de 30 horas de evento: quase impossível acompanhar tudo do princípio ao fim. Para ajudar quem está perdido, o diretor artístico sugere cinco nomes imperdíveis: Afrika Bambaata ("Qualquer admirador de música eletrônica, aliás, de música em geral, tem que ver"), Addictive TV ("Eles são os maiores artistas que mexem com sincronização de imagem e som, e prepararam remix em cima de Cidade de Deus), Miss Kittin ("Além de maravilhosa DJ, ela é produtora e canta em cima do som, o que é bem legal"), Laurent Garnier e Marky ("É um encontro histórico, eles só fizeram isso três vezes no mundo") e Crystal Method ("É a versão americana do Chemical Brothers, um show super pra cima. A vibe dos caras no palco é incrível").

Também vale ficar de olho na dupla canadense Mstrkrft e a inglesa Simian Mobile Disco.

http://musica.terra.com.br/skolbeats2007/interna/0,,OI1585549-EI9069,00.html

Informática: BBC cria serviço de TV pela internet


A BBC vai lançar uma série de serviços de televisão e áudio sob encomenda na internet.

O BBC Trust, que supervisiona a corporação, anunciou na segunda-feira que havia aprovado o projeto depois de avaliar a demanda pública e o impacto que isso poderia ter sobre os rivais comerciais da empresa.

O Channel 4, uma das redes privadas de TV britânicas, disse na segunda-feira que seu serviço de vídeo sob encomenda havia sido utilizado por "bem mais" de um milhão de pessoas, que haviam assistido a um total de 20 milhões de programas, desde o seu lançamento, seis meses atrás, superando em muito as expectativas.

A BBC disse que seu novo sistema iPlayer permitiria que os telespectadores acompanhassem os programas dos sete dias anteriores e os armazenassem em um computador por 30 dias, enquanto os espectadores de TV a cabo poderiam usar o serviço em seus televisores.

O iPlayer, que estará disponível no site www.bbc.co.uk da BBC, também permitirá que espectadores assistam a programas diretamente na Internet, e ouçam alguns downloads de áudio sem os sistemas de proteção contra pirataria conhecidos como administração de direitos digitais.

"Estamos presenciando um ritmo sem precedente de mudanças na tecnologia e nas expectativas da audiência", afirmou Ashley Highfield, diretora de Mídia Futura e Tecnologia da BBC, em comunicado.

"O BBC iPlayer responde à necessidade de maior controle e flexibilidade quanto à forma e horários de acesso de audiência ao conteúdo da BBC. Trata-se de uma parte essencial da estratégia que adotamos para manter nosso impacto e relevância em um mundo no qual os hábitos de consumo de rádio e TV estão mudando, de consumo linear para consumo sob encomenda."

A BBC, que fornecerá o conteúdo gratuitamente, domina o setor de rádio e TV britânico, e a organização regulatória da mídia, Ofcom, advertiu que sua entrada em um setor incipiente como o do vídeo sob encomenda poderia prejudicar os concorrentes.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042007/30042007-7.shl

Tecnologia: Mais caro, Blu-ray lidera guerra dos DVDs


A transição para tecnologias mais desenvolvidas tem levado, mais uma vez, a disputas entre modelos diferentes. Assim como nos anos 80, quando o VHS se firmou como alternativa ao Betamax, a evolução do DVD para a alta-definição tem duas vertentes: Blu-ray e HD-DVD. Fabricantes e estúdios de cinema nos Estados Unidos defendem tecnologias diferentes, e por enquanto, se tomada como base o número de aliados e a quantidade de discos vendidos, o Blu-ray -- a alternativa mais cara -- tende a ser o próximo aparelho a ser colocado na sala de estar.

Segundo a publicação "Home Media Magazine", cerca de 70% dos discos de filmes vendidos nos Estados Unidos no primeiro trimestre de 2007 foram desse modelo. Os dados servem como termômetro para a venda dos aparelhos, mas por enquanto ainda não dá para definir o mais popular. Isso porque muitas pessoas utilizam o console do PlayStation 3, da Sony, para reproduzir filmes em Blu-ray -- assim, elas não compram esses reprodutores.


Na prática, para o consumidor final, as diferenças são poucas -- e a principal delas é a capacidade. Enquanto o DVD tradicional tem capacidade de 4,7 GB, o HD-DVD pode armazenar 15 GB em dados e o Blu-ray guarda 25 GB. Isso em camada simples -- se o disco tiver gravações dos dois lados, a capacidade dobra para 30 e 50 GB, respectivamente.

“Isso acontece porque no Blu-ray o espaço entre as trilhas é menor: a leitura do disco é feita de fora para dentro, em espiral. Com menos espaço entre elas, é possível gravar mais dados. Isso fica mais caro, devido à necessidade de uma camada de proteção maior, justamente porque os dados ficam mais próximos”, explica Edson Schellin, da área de Tecnologia e Vídeo do Senac São Paulo.

“Os aparelhos utilizam o laser azul para ler e gravar os dados, enquanto no DVD tradicional o laser é vermelho. Esse laser azul possui ondas menores, que permitem armazenar mais informações em mídias de mesmo tamanho”, explica Carlos Werner, gerente de marketing de produto da área de Áudio e Vídeo da Samsung, que apóia o Blu-ray.

No bolso

A qualidade da gravação é a mesma nas duas vertentes. O preço dos discos é pouco diferente -- um disco Blu-ray virgem pode ser achado por US$ 28,50, enquanto um HD-DVD nas mesmas condições custa menos: sai por US$ 19,99.

A grande novidade tecnológica em questão é a gravação e reprodução de conteúdo em alta-resolução -- algo que só pode ser aproveitado com as TVs de alta-definição, de plasma ou LCD. “Somente com essas TVs o aparelho Blu-ray ou HD-DVD poderá ser utilizado com todo o seu potencial. Do mesmo modo que essas TVs só terão sua capacidade real observada com a execução de um filme com um dos dois formatos, visto que ainda não temos transmissão de TV aberta digital no país”, explica Schellin.


Atualmente vendidos no Brasil por preços entre R$ 2.999 (HD-DVD HD-A2 da Toshiba) e R$ 3.999 (Blu-ray BD-P1000 da Samsung), os aparelhos concorrentes contam com uma alternativa: a LG lançou recentemente nos EUA um aparelho híbrido, que executa os dois formatos, o que pode tanto ser uma solução para os consumidores quanto prolongar ainda mais a disputa entre as tecnologias. Os discos de filmes, apesar de bastante difundidos nos EUA, ainda estão começando a chegar aqui.

“Por enquanto, o melhor que o consumidor tem a fazer é esperar. Nós, aqui no Brasil, estamos em uma posição confortável. O ideal é esperar baixar o preço e, se for comprar, deve-se optar por um aparelho que toque os dois formatos. Assim, quando um deles se firmar como o sucessor do DVD, o usuário não corre o risco de ficar com um equipamento sem uso”, explica Schellin.

Disputa

Para os fabricantes envolvidos na disputa, esse produto híbrido não parecer ser uma boa idéia. Mas Hiroshi Kishima, gerente de produtos da Semp Toshiba no Brasil, que defende o HD-DVD, acredita que essa iniciativa dá crédito ao formato. “Se um fabricante como a LG, que originalmente apoiava o Blu-ray, lança um produto com as duas tecnologias, é porque acredita nelas, em seu potencial de vendas e consumo. Deste modo, ganhamos crédito”, afirma.

Ele ressalta que a busca pelos novos modelos surge junto com o início da popularização das TVs de alta-resolução, aparelhos com os quais os DVDs da próxima geração estão intimamente conectados. “A necessidade veio das telas grandes, nas quais as imagens dos DVDs comuns não ficam boas”, explica Kishima, que não deixa de defender sua tecnologia. “No fim desse ano deve aumentar o interesse por causa da alta-definição sendo transmitida pela TV. O HD-DVD é um produto mais competitivo, barato, e apesar de ter menor capacidade de armazenamento, está menos sujeito a riscos e vibrações.”

Já Werner, da Samsung, que lançou recentemente nos EUA seu primeiro reprodutor com as duas tecnologias de alta definição, conta que “com esse aparelho híbrido, os consumidores não precisam mais ficar hesitantes na hora de escolher um reprodutor de mídias de acordo com a tecnologia, podendo aproveitar quaisquer conteúdos completos de ambas as mídias de alta-definição -- discos Blu-Ray e também HD DVD.”

Ele defende, porém, a tecnologia Blu-Ray, afirmando que ela irá conduzir a evolução do mercado mundial de reprodutores e gravadores de DVD. “Principalmente pela maior capacidade de gravação de suas mídias e o suporte das principais empresas de eletroeletrônicos a esta tecnologia, que resulta em maior oferta de produtos e competitividade de mercado.”

Vertentes

A formação de “grupos de apoio” a cada uma das tecnologias é clara. O Blu-ray tem apoio de cinco dos seis maiores estúdios de cinema, enquanto o HD-DVD é apoiado por três deles. Três estúdios -- Sony, Disney e Fox-- apóiam exclusivamente o Blu-ray. Paramount e Warner têm produtos em ambos os formatos, e a Universal é o único grande estúdio a lançar filmes somente em HD-DVD.

“Quem vai mandar na imagem de alta-definição não é a TV aberta, e sim os filmes”, fala Schellin, que acredita que as emissoras passarão a anunciar o horário de transmissão de um programa em alta-definição, dependendo das produtoras de filmes.

“A Sony tem um histórico de colocar no mercado produtos que não deram certo, como o Betamax e o mini disc. Mas, dessa vez, os estúdios que vão escolher o vencedor, e com todo o apoio que a empresa tem recebido, creio que ela vença”, conclui Schellin.


http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL29201-6174,00.html

1.5.07

Imagem do dia: Cheque

(Clique para ampliar)

O cara teve que esperar 2 meses pra receber R$2,80 . É mole?

Humor: Jô Soares, Perolas e Piadas

Marketing Afiado: The future is open

Tecnologia: Onda cerebral acende espada de Darth Vader


Nada de botões ou controles remotos. Os brinquedos do futuro receberão comandos enviados via ondas cerebrais -- com essa novidade, a concentração de uma criança poderá fazer a espada de Darth Vader, personagem de "Guerra nas Estrelas" acender, por exemplo. Esse tipo de tecnologia ainda não está disponível no mercado, mas já existem protótipos desses brinquedos: a NeuroSky é uma das companhias que já aposta no uso das ondas cerebrais para comandar brinquedos e videogames.

A companhia criou uma espécie de capacete que, quando colocado na cabeça, identifica os sinais elétricos enviados pelo cérebro. Essa informação capturada por um eletrodo é transmitida para um sensor sem fio acoplado ao brinquedo (uma espada ou carrinho, por exemplo). Quando o usuário se concentra, o produto responde a comandos para os quais o brinquedo foi programado. Já a falta de concentração faz com que a espada apague e o carrinho pare de andar.

Os engenheiros da NeuroSky afirmam que comandos simples como esses podem no futuro revolucionar a maneira como as crianças brincam. “Esse tipo de tecnologia pode inclusive fazer com que os usuários controlem seus avatares [personagens virtuais] sem nenhum tipo de controle, a não ser suas mentes”, disseram representantes da empresa à agência de notícias Associated Press.

O capacete que acende a espada de Darth Vader mede a atividade cerebral de seu usuário, incluindo sinais relacionados à concentração, à ansiedade e ao relaxamento. O sistema analisa cada uma dessas categorias em uma escala de um a cem, sendo que esses números mudam quando a pessoa pensa em imagens relaxantes, se concentra muito ou se distrai. Essa tecnologia é parecida com a de um equipamento bastante caro, que mede as ondas cerebrais com mais precisão, utilizada para medir o desempenho de atletas.

“Os esforços físicos são, na verdade, esforços mentais. É preciso manter a atenção em níveis muito altos para se chegar ao sucesso. Por isso, nossa tecnologia faz com que os brinquedos e videogames fiquem mais próximos da realidade”, disse o sul-coreano Koo Hyoung Lee, um dos fundadores da NeuroSky, que tem hoje 12 funcionários. Segundo o empresário, os sensores do capacete não exigem o uso de gel e podem ser vendidos por cerca de US$ 20. A novidade deve ser apresentada em uma feira de brinquedos no Japão em junho.

“O que lançarmos vai funcionar com 100% de eficiência em 100% das pessoas, sem problemas com as condições externas ou temperatura. Apostamos em uma tecnologia vestível que pode ser facilmente usada, como um iPod”, explicou o executivo.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL29163-6174,00.html

Música: Processo de plágio contra Seu Jorge terá novo julgamento em maio


O processo de plágio contra o cantor Seu Jorge, movido pelos compositores brasilienses Ricardo Garcia e Rodrigo Freitas em 28 de abril de 2004, terá novo julgamento em 8 de maio, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O cantor entrou com um recurso especial para tentar levar de Brasília para o Rio de Janeiro o julgamento do processo, em que é acusado de plagiar seis músicas, entre elas Carolina, Tive Razão e Chega no Suingue.

Segundo ele, o processo deve ser julgado no Rio, onde as canções teriam sido compostas. Mas para a Corte, as músicas foram criadas em Brasília e, por isso, "há que se reconhecer como este o local do ato ou fato que deu ensejo à ação de reparação de dano".

Garcia e Freitas, que participaram do grupo Gafieira/SA - do qual Seu Jorge também fez parte -, moveram o processo de plágio no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e também pediram indenização por danos morais. Segundo eles, o cantor os teria ofendido em entrevista ao jornal O Globo.

http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1584557-EI1267,00.html

Informática: Chile se irrita com fronteira do Google Earth

O Chile pediu ao Google que modifique parte do traçado de sua fronteira ao sul.

No Google Earth, a região aparece como uma localidade argentina, embora seja chilena, confirmou neste sábado uma fonte do Ministério de Relações Exteriores.

A Direção de Fronteiras e Limites da chancelaria chilena já enviou os documentos necessários, entre os quais mapas, para que a empresa de internet corrija o erro, disse a fonte.

"O Chile já pediu a ratificação e só resta esperar que fique pronta", disse a fonte.

A localidade chilena de Villa O'higgins, extremo sul do país, aparece como parte do território argentino no mapa do Google Earth, o serviço de mapas do buscador.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042007/30042007-10.shl

Games: Microsoft aposta que Halo 3 elevará vendas de 360

Chris Liddell, diretor financeiro da Microsoft, declarou que sua companhia espera que o lançamento do jogo exclusivo Halo 3 traga consigo um aumento nas vendas do console de nova geração Xbox 360.

De acordo com o site GamesIndustry.biz, na conferência seguindo a publicação dos resultados financeiros do terceiro trimestre do ano fiscal da empresa, Liddell declarou que o lançamento do jogo de tiro em primeira pessoa terá impacto positivo em dois aspectos.

"Um, por nos dar mais confiança no número de consoles que poderemos vender em 2008. Em termos de impacto direto, obviamente é um produto próprio então é razoavelmente lucrativo do nosso ponto de vista, e representará muitas centenas de milhões de dólares de lucro no ano que vem", explicou.

Halo 3 será lançado no exterior entre os meses de setembro e dezembro de 2007 e, por conta de sua força, deve levantar as vendas do novo console da Microsoft, que fechou o trimestre em baixa.

Dentro de um mês será iniciado um período de teste dos recursos multiplayer de Halo 3 que durará três semanas e ajudará a Microsoft a refinar o jogo para o mercado, conforme noticiou o site CVG.

Quanto às mudanças competitivas durante o semestre com relação às concorrentes Sony e Nintendo, Liddell disse que não houve qualquer alteração significativa, e declarou-se muito feliz do ponto de vista competitivo com a resposta do mercado.

http://games.terra.com.br/interna/0,,OI1583616-EI6501,00.html