14.10.08

Erro humano pode ter paralisado acelerador de partículas do Cern

A falha que obrigou a paralisar o funcionamento do acelerador de partículas LHC, o maior e mais poderoso da história, foi devido a uma peça que não estava bem colocada, em um erro muito provavelmente humano, disse nesta segunda-feira (6) Lyn Evans, responsável pelo projeto.

Segundo Evans, essa falha causou um reaquecimento, pela elevada corrente elétrica utilizada no momento, e algumas válvulas que se abriram para deixar escapar a forte pressão permitiram também a fuga de hélio, um elemento sem toxicidade.

Em 10 de setembro, os cientistas do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) injetaram pela primeira vez e com sucesso no acelerador LHC um feixe de milhões de prótons e conseguiram que desse uma volta completa ao túnel circular subterrâneo de 27 quilômetros, para depois fazer o mesmo com um segundo feixe introduzido em direção oposta.

No entanto, dias depois se detectou uma falha que foi remediada rapidamente, mas no dia 20 ocorreu o incidente que hoje se sabe quase com certeza que se deveu a uma peça mal posta.

Em coletiva de imprensa, Evans lamentou que "todos os pequenos problemas" do acelerador tenham se "amplificado" pela repercussão na imprensa deste experimento.

O cientista reafirmou que o acelerador pode voltar a funcionar novamente em abril, depois de reparado e quando tenha passado o recesso de inverno no funcionamento das instalações (entre dezembro e março), um período utilizado para tarefas de manutenção.

A pausa é necessária também para economizar energia que, segundo o físico, nessa época do ano tem seu custo multiplicado por dez.

7.10.08

Improvável - Cenas Improváveis

Yahoo! exibe método para ´emagrecer´ fotos

O Yahoo! apresentou seu projeto Smushit que promete deixar fotos para internet mais leves.

No site do serviço, o Yahoo! explica que há diversas ferramentas de edição de imagens, mas pouquíssimas especializadas em deixar os arquivos finais compactos o suficiente para publicação online.

Segundo o Yahoo!, o Smushit ocupará uma brecha deixada por editores como o Photoshop ou Fireworks, apontados como programas que salvam imagens grandes demais.

O serviço promete compactar arquivos sem fazê-los perder qualidade. O Smushit exibe, ainda, um gráfico revelando quantos bits o usuário economizou com cada mudança que fez na foto.

As fotos são as principais responsáveis por fazer um site demorar para carregar, diz o Yahoo!. Mesmo quando a página tem vídeo embarcado, ele não prejudica muito o processo de exibir a página, pois até que o usuário clique no play, o vídeo é só uma imagem estática na página

Fusão de sites de saúde ameaça WebMD

Os sites Revolution Health Network e Waterfront Media decidiram se fundir, criando um desafio para a WebMD Health Corp, que domina o mercado online de saúde

“Não vamos revelar detalhes sobre a transação, mas a empresa que surgirá da união dos sites vai valer aproximadamente 300 milhões de dólares", disse Benjamin Wolin, CEO da Waterfront.

Além disso, a nova companhia terá cerca de 20 milhões de visitantes únicos, segundo os sites, que citam dados do relatório da comScore.

De acordo com o jornal New York Times, os dois sites juntos terão tráfego suficiente para competir com a WebMD, até então líder da categoria de saúde online.

Guru geográfico cria mais um site

Peter Batty é um dos gurus da tecnologia de informação geográfica. Depois de trabalhar na NASA e ser CTO de empresas como a Intergraph, resolveu empreender. Fundou a Spatial Networking e lançou a rede social baseada em localização geográfica Whereyougonnabe.com. Nela, as pessoas marcam não a posição geográfica onde estão no momento, mas para onde irão no futuro próximo. Assim, podem marcar reuniões, encontros e até mesmo se conhecer graças à rede geográfica, que usa mashups sobre o Google Earth e Google Maps.

Veja alguns trechos da entrevista que Batty concedeu à INFO, que publica na edição de outubro (amanhã nas bancas) uma reportagem sobre redes geográficas:

Qual seu principal objetivo ao criar o Whereyougonnabe, apenas juntar pessoas?

O objetivo primário é ajudar as pessoas a encontrar amigos e contatos de trabalho com mais freqüência. Achamos que se pode economizar gastos e ajudar o meio-ambiente ajudando as pessoas a planejar suas viagens com mais eficácia. Somos diferentes de outras redes geográficas porque nosso foco é a localização futura das pessoas, em vez de sua posição atual. É muito mais difícil de fazer, mas na minha opinião é mais útil. Se você percebe neste momento que um amigo seu está perto, você pode ter outros compromissos agendados que não te permitem encontrá-lo. Mas se você descobre isso um dia ou uma semana antes, tem a chance de mudar teus planos para que possa marcar um encontro.

Por que as redes geográficas só despontaram nos últimos anos? Qual tecnologia você considera que foi o motor do boom dessas redes?

Não há uma razão técnica fundamental para esse tipo de aplicação não existir há mais tempo. Acho que seu crescimento recente foi deflagrado pela ascensão das redes sociais em geral, como orkut e Facebook, e pelo maior uso dos mapas online do Google, Microsoft e outros. A maior penetração de mercado dos celulares que detectam a localização impulsiona os sistemas baseados em localização geográfica, mas não são necessários para as redes focadas na localização futura, como o Whereyougonnabe.

Há realmente um boom de redes geográficas. E haverá lugar para todos?

Definitivamente, há um bocado de atividade agora nesse mercado. Há muitas empresas concentradas nas aplicações de localização atual, talvez mais do que o mercado possa acomodar. Um número muito menor de empresas foca na localização futura, e por enquanto não vimos outros desenvolvendo o mesmo tipo de modelo detalhado em tempo e espaço que nós temos. Sentimos que resolvemos vários problemas complicados nesse tema, e trabalhamos duramente para manter a liderança técnica que acreditamos ter agora.

Como lidar com problemas como privacidade, publicidade invasiva, roubo de identidade etc. nas redes geográficas?

Esses sistemas baseiam-se na idéia que você tem controle sobre o quê você compartilha, e com quem. Na maioria dos casos, você compartilha a informação com seus amigos em que mais confia. É definitivamente crucial que esses sistemas dêem muita atenção à privacidade. Em relação à publicidade, essas redes permitem fazer anúncios mais relevantes para os usuários, graças ao conhecimento sobre a localização atual ou futura da pessoa. Acho que as redes têm potencial para fazer anúncios mais úteis, e menos invasivas em vez de mais invasivas. O roubo de identidade é um risco potencial para qualquer sistema online, e não acho que seja um problema que traga mais conseqüências sérias nas redes geográficas do que em outras áreas, como bancos online.

O que o Whereyougonnabe fará para ganhar mais usários?

Planejamos dar suporte a múltiplas plataformas de redes sociais, incluindo o orkut, por meio da iniciativa OpenSocial, do Google. Começamos pelo Facebook porque foi a primeira delas a dar suporte ao desenvolvimento de aplicações e tem uma boa participação global.

E no Brasil?

O Brasil é o sexto maior usuário de internet hoje, caminha para ser o quinto, e por isso é um importante mercado para nós no futuro. Eu tenho ligações pessoais com o Brasil, minha noiva é de Santos, e eu amo a seleção brasileira de futebol. Vi no estádio de Yokohama o Brasil ganhar da Alemanha na final da Copa de 2002. Então, gostaria de ver o Whereyougonnabe ter sucesso no Brasil, por razões pessoais e de negócios.

Em breve todas as câmeras e celulares terão GPS embutido. O mundo se tornará um Big Brother orwelliano?

Certamente estamos vendo o aumento da quantidade de informação gravada e compartilhada digitalmente, e essa tendência vai continuar. Como a maioria dos desenvolvimentos tecnológicos, esse tem conseqüências boas e más. Agora estamos em um momento em que fotos georreferenciadas podem ser postadas quase em tempo real a partir de celulares. Esse tipo de compartilhamento de informação pode ser bom, por exemplo para a cobertura de fatos noticiosos pelos cidadãos, ou para ajudar serviços de emergência em casos de desastres naturais. Mas precisamos garantir que haverá salvaguardas de privacidade adequadas sobre a localização e outros dados, e assegurar que vamos preservar as liberdades civis básicas, que hoje tem sido corroídas em muitos países, em nome do “anti-terrorismo”.

Casaco gera energia para carregar iPod

Cansado de ficar sem baterias e sair correndo atrás de uma tomada para recarregar seu celular ou iPod?

Uma designer argentina pode ter a solução: um casaco equipado com um painel de energia solar.

A linha de roupas "inteligentes" de Julieta Gayoso está ligada à constante presença da tecnologia no mundo moderno e à amolação que é ficar sem bateria.

"Hoje, a tecnologia está cada vez mais móvel. Ela conseguiu a liberdade com as conexões sem fio, mas quando as baterias acabam, você tem que se conectar à rede elétrica. Então isso é uma maneira de ter energia em movimento e, claro, de forma limpa", disse Gayoso, 36, à Reuters Television esta semana.

A jaqueta com painel solar de Gayoso tem um cabo que conecta a placa coletora a uma bateria que fica dentro de um bolso onde até oito aparelhos eletrônicos podem ser recarregados ao mesmo tempo sempre que o sol estiver brilhando.

Pode parecer um tanto chamativo, mas as roupas da designer não são criações para passarelas da moda. Elas são desenhadas deliberadamente clássicas em estilo.

"Estamos focados em produtos que não são apenas para uma estação, mas que possam ser usados no inverno e no verão", disse ela.

Gayoso começou o projeto no final de 2006 e lançou a primeira linha de roupas no início deste ano.

Agora ela está trabalhando em uma segunda coleção e espera ter pedidos para exportações no próximo ano.

Xbox passa PS3 no Japão pela 1ª vez

O Xbox 360, da Microsoft, superou as vendas do PlayStation 3, da Sony, em setembro no Japão, batendo as vendas unitárias mensais do rival pela primeira vez no mercado doméstico da Sony, informou uma editora especializada em videogames.

O forte crescimento das vendas veio após a Microsoft ter cortado o preço de seu console no último mês.

A Microsoft vendeu 53.547 unidades do Xbox 360 nas quatro semanas de setembro, até dia 28 daquele mês, em comparação com 33.071 unidades do PS3, mostraram dados da Enterbrain nesta sexta-feira.

A Nintendo manteve sua posição de liderança no mercado de consoles do Japão, tendo vendido 109.548 unidades do Wii durante o mês.

Apesar de popular nos Estados Unidos, o Xbox 360 tem tido dificuldades de competir com o PS3 e o Wii no Japão, casa tanto da Sony quanto da Nintendo.

Em uma aposta para aumentar as vendas, a Microsoft cortou em 11 de setembro os preços do Xbox 360 Arcade, que vem sem disco rígido, em 8 mil ienes (76 dólares), para 19.800 ienes. A empresa também abaixou o preço do modelo mais sofisticado, o Elite, em 8 mil ienes, para 39.800 ienes.

A Sony vende o PS3 com um disco rígido de 40 gigabytes por 39.980 ienes, enquanto a Nintendo vende o Wii por 25 mil ienes.

O console da Microsoft também teve um impulso do popular jogo RPG da Square Enix "Infinite Undiscovery", lançado no Japão em 11 de setembro.

No mercado de videogames portáteis, a Nintendo vendeu 234.477 unidades do DS, em comparação com 109.274 unidades do PlayStation Portable (PSP), da Sony.

As vendas do PSP parecem ter desacelerado antes do lançamento planejado para 16 de outubro de um novo modelo do portátil, informou a Enterbrain.

O novo PSP-3000 virá com um microfone embutido e uma tela de LCD que é melhor adaptada para o uso sob o sol e oferece um tempo de resposta melhor que os aparelhos existentes.

A Nintendo lançará uma versão nova do DS em 1o de novembro equipada com câmera e player de música digital.

Embratel estréia TV paga este ano

A Embratel estréia este ano um serviço de TV paga por satélite que, diz a empresa, completa sua estratégia.

Quatro anos depois de comprada pelo grupo mexicano Telmex, a Embratel acredita estar prestes a completar a estratégia traçada pelo novo controlador: tornar a companhia menos dependente do mercado de longa distância com uma oferta convergente que gere mais equilíbrio entre as fontes de receita.

Até o final deste ano, quando começa a oferecer serviços de TV paga em todo o Brasil via satélite, a empresa terá completado a entrada nos três grandes focos estabelecidos pelo grupo: residencial, corporativo e de pequenas e médias empresas.

Quando foi comprada, a Embratel estava em plena perda de participação naquele que era seu principal mercado, o de chamadas de longa distância, que já respondeu por mais de 90 por cento de sua receita, e se viu às voltas com o escândalo contábil de seu antigo controlador, a WorldCom, nos Estados Unidos.

Mais recentemente, a receita de voz de longa distância é responsável por 50,4 por cento do faturamento total da companhia, segundo o balanço da Embratel de segundo trimestre.

A companhia tem 4 milhões de linhas fixas --o equivalente a 10 por cento do total de assinantes desse serviço no Brasil-- das quais 2 milhões são de telefones fixos que usam uma rede sem fio e são mais voltadas para as classes C e D, afirmou Mauricio Vergani, diretor executivo da Embratel, em entrevista à Reuters.

As linhas restantes são divididas igualmente entre clientes de telefonia via rede de TV a cabo da Net, da qual a companhia é acionista minoritária, e empresas.

Na avaliação de Vergani, "como chegamos depois (na telefonia fixa) tínhamos que oferecer uma solução que combinasse preço e qualidade". Mas ele admite que a telefonia fixa é hoje um segmento estagnado e afirma que os seus atuais clientes "vêm mesmo da atração dos usuários da concorrência".

PEQUENAS E MÉDIAS

O segmento mais recente em que a Embratel ingressou foi, neste ano, o de pequenas e médias companhias, que ela passou a atender com as licenças WiMax adquiridas ainda em 2002 para serviços de banda larga sem fio.

Em 2008 o serviço está disponível em 12 cidades, número que cresce para 39 em 2009 e alcança 61 municípios em 2010, apesar da companhia ter licença para atuar em todo o Brasil.

Vergani afirma, entretanto, que "a tecnologia (WiMax) ainda não está madura e um fator preponderante para isso é o custo do terminal", que hoje é importado.

A Embratel não divulga o nome dos dois fornecedores de aparelhos de conexão WiMax que utiliza hoje, mas afirma estar "bem próximo" de chegar a um acordo para que eles nacionalizem a produção e, assim, o preço caia.

"No futuro, o WiMax poderá ser usado para outros serviços, tanto residenciais como corporativos", afirmou o executivo, já que a empresa tem uma licença nacional na frequência desse padrão.

TV PAGA POR SATÉLITE

Com um conjunto de satélites próprios na subsidiária Star One, a Embratel se prepara para começar a oferecer TV paga em todo o Brasil até dezembro, depois da autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em abril.

Vergani disse que "a convergência é cada vez mais real" e, por isso, a empresa considerou importante agregar a oferta de vídeo nos seus pacotes. Ele lembrou que a Net tem hoje uma rede que cobre 80 cidades, mas, com a licença via satélite, a Embratel chegará a qualquer município do país, sem, no entanto, fazer concorrência à sua coligada. "Será uma oferta complementar", disse.

Segundo o executivo, a Embratel deu início ao cadastro de parceiros interessados em comercializar a oferta de TV em todo o país há cerca de um mês e negocia acordos de programação.

Diante do processo de consolidação do setor no Brasil, como a fusão que está sendo costurada entre Oi e Brasil Telecom, Vergani afirma que o movimento é "parte da realidade do mercado de telecomunicações" e que a expectativa da Embratel é que as regras do setor "tenham transparência e estabilidade para garantir a perspectiva de retorno do investimento".

O HTML 5 está entre nós

De acordo com o roadmap oficial, draft final do HTML 5 deverá ser aprovado apenas em 2012. E a versão final da atualização da linguagem deve ser formalizada de fato no longínquo ano de 2022!

Parece frustrante, mas a coisa não é bem por aí. Quem já usa Firefox, Safari, Chrome ou Google Gears já experimentou (ou vai experimentar) pouco a pouco o gostinho do que vem por aí.

O HTML 5 depende das decisões de um grupo chamado WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group), que conta com a colaboração de figurões como Microsoft, Mozilla Foundation, Google, Apple, Opera e o pessoal do KHTML, que ganhou fama por causa do engine WebKit, que equipa o browser do Google.

Entre as novidades mais empolgantes do novo HTML estão as novas tags, que trazem funções legais de maneira nativa, excluindo a necessidade de embutir elementos externos nas páginas. Funções obtidas com o uso de Ajax, como os movimentos de arrastar-e-soltar itens de uma página, poderão ser chamadas direto do código HTML.

Outra novidade promissora é usar tags específicas no lugar das tags quebra-galhos usadas hoje em dia As famosas object e embed, poderão ser substituídas pelas etiquetas <áudio> e , para inclusão dos respectivos objetos multimídia.

A possibilidade de criar bancos de dados SQL locais é mais uma novidade promissora. O acesso local às informações facilitaria funções de cache, busca e permitiria o acesso off-line de serviços da web. O plugin Google Gears, aliás, já é compatível com HTML 5 e entrega alguns desses milagres prometidos pela nova versão da linguagem.

E por último, mas não menos importante, o HTML 5 quer sambar no terreno do Flash e o Silverlight, criando animações com gráficos vetoriais diretamente, com o uso da tag .

Tudo isso ainda está na fase de testes, mas o potencial é gigantesco, não acha?

Google incentiva o uso de energia limpa

O Google pretende fazer pela energia alternativa o que já fez pela web.

Após conquistar o mercado de busca online, o Google agora está investindo em tecnologias verdes e usando o poder da sua marca para incentivar mudanças políticas.

Na quarta-feira (01/10), o gigante das buscas revelou um plano que libertaria os EUA da necessidade de queimar petróleo ou carvão para gerar energia, em 2030, e reduziria o uso de combustível nos automóveis em 40%. O projeto vai custar trilhões de dólares, mas o Google acredita que, ao final, terá economizado dinheiro.

O CEO da companhia, Eric Schmidt, disse que o custo anual do plano de energia, de qualquer forma, será menor do que os 700 bilhões de dólares que devem ser usados para salvar a indústria financeira do país, e ele vê uma relação entre o desafio energético e a crise de crédito: “Ambos são enormes falhas da estrutura do sistema."

Segundo o executivo, o Google ainda não foi afetado pelo impacto econômico causado pelos problemas do setor financeiro, mas acrescentou que é difícil imaginar o que ainda vai acontecer.

“Existe um problema de mesma escala relacionado à energia”, disse Schmidt a repórteres após um discurso no Commonwealth Club, em São Francisco, “Onde o Google poderá perfurar? Sou um cientista da computação e cientistas da computação adoram problemas de escala.”

Por meio do Google.org, seu braço filantrópico, a empresa está apoiando start-ups, desenvolvendo tecnologias geotérmica, solar e eólica. Neste ano, o Google investiu 45 milhões nessas empresas.