4.1.07

Tecnologia: Toyota cria sistema para impedir que motorista embriagado de dirigir

A indústria automotiva japonesa Toyota vai desenvolver um sistema para que o veículo não seja ligado caso o motorista se encontre em estado de embriaguez, dentro de seus esforços para resolver um grave problema da sociedade atual, informaram os jornais japoneses nesta quarta-feira (3).

Este sistema, cuja comercialização está prevista para 2009, analisa o suor das mãos do motorista para determinar a concentração de álcool no sangue. Se esta for superior ao limite permitido, o veículo não arranca, segundo o jornal "Asahi Shimbun".

A invenção da Toyota também registrará o movimento dos olhos, assim como a maneira de dirigir, entre outros fatores.

Os fabricantes de automóveis europeus já desenvolveram um sistema que obriga o motorista a soprar num tubo instalado no carro para detectar o nível de álcool. A Toyota optou, no entanto, por não adotar este método, já que qualquer pessoa que não seja o motorista pode soprar no tubo e adulterar o teste.

Segundo a Agência de Polícia Nacional japonesa, em 2005 foram registrados no país 14.000 acidentes de trânsito vinculados ao alcoolismo, com um saldo de 707 mortos.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1406863-6174,00.html

Informática: YouTube deixa polícia húngara em mals lençóis

A polícia da Hungria lançou uma busca entre seus próprios funcionários atrás de dois homens com uniforme da polícia cuja dança hip-hop foi divulgada no site de vídeos YouTube e em sites de mídia local.

Não estava claro se os dois, vistos girando e fazendo gestos obscenos, eram de fato policiais.

O vídeo de 55 segundos aparece no Youtube com o título "Bajai hip-hop", referindo-se à cidade de Baja, na região central da Hungria ( http://www.youtube.com/watch?v=Jw5NhDVFmt8).

"Isso começou como uma coisa engraçada, mas agora estamos sendo questionados sobre isso", afirmou o porta-voz da polícia Tamas Nyikos à Reuters.

Se eles forem membros genuínos da força policial, seus comandantes decidirão se eles quebraram alguma regra e se serão punidos, afirmou o porta-voz.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012007/03012007-20.shl

3.1.07

Humor: Pegadinha da câmera que tira a roupa




acho que uma das, se não a pegadinha melhor bolada

2.1.07

Informática: Google vai ter que divulgar dados de usuários

O Google vai ter que fornecer as informações cadastrais dos donos das comunidades “Eu sei dirigir bêbado" e "Sou menor mas adoro dirigir”, além de todas as comunidades relacionadas a estas do site de relacionamento Orkut, à Justiça do Rio. Os responsáveis por essas páginas na internet são acusados de incitar e fazer apologia ao crime.

A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio e atendeu a requerimento do Ministério Público do estado. O pedido do MP havia sido negado na primeira instância pelo juiz da 34ª Vara Criminal da Capital, Rudi Baldi Loewenkron.

Segundo o TJ, o Google ainda pode recorrer da decisão.

Excluídas comunidades sobre bebidas
Em setembro, o Google teve que tirar do ar 13 comunidades do site de relacionamentos Orkut que faziam apologia ao uso de bebidas alcoólicas por condutores de veículos, por decisão da Justiça a pedido do Ministério Público estadual do Rio. Entre as comunidades estavam “Beber e dirigir é uma arte”, “O prazer de dirigir bêbado”, “Dirigir bêbado é o que há”, “Eu quando dirijo bebo bem”, “Se bebo eu não dirijo, piloto”, “Dirijo melhor quando bebo”, “Quando eu bebo dirijo melhor” e “Bebo e dirijo”.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1406259-6174,00.html

Games: F.E.A.R. Extraction Point é mistura de terror e ação


Se há algo para ser lembrado por muito tempo no universo dos jogos pertencentes ao gênero FPS (First-Person Shooter), tiro em primeira pessoa, esse algo com certeza é a mistura perfeita entre clima de terror psicológico e ação de F.E.A.R., um verdadeiro feito que rendeu à franquia da Vivendi Games premiações como "Best Action Game of E3 2005" (Melhor Jogo de Ação da E3 2005), em Los Angeles, nos Estados Unidos, e "Best PC Game" (Melhor Jogo de PC) no evento Games Convention 2005, ocorrido em Leipzig, na Alemanha. Reputação invejável, foi justamente para não encerrar bruscamente o enredo intrigante do título, elemento fundamental da série e cuidadosamente formulado pela equipe do estúdio Monolith, que a expansão F.E.A.R. Extraction Point aparece para os jogadores como um pequeno novo agrado, capaz de gerar algumas horas a mais de susto, tensão e taquicardia ao longo das madrugadas em frente à tela.

Destinada aos veteranos, a continuação F.E.A.R. Extraction Point não é focada na inovação ou nas melhorias, pois os objetivos em relação à qualidade já foram alcançados no game original. Para não ser rotulado como um jogo "mais do mesmo", a expansão começa com uma inversão de papéis, essencial para fazer a ligação com o momento final de F.E.A.R., quando o protagonista entra no helicóptero Black Hawk que o levaria de volta para casa após o suposto fim da missão, enraizada na investigação das loucuras do comandante Paxton Fettel, líder de um batalhão de soldados clonados. Para surpreender os jogadores, os primeiros segundos da seqüência são marcados pela queda da aeronave, desastre que coloca o herói novamente no estranho e perigoso mundo paranormal.

O nome do game, "Extraction Point", revela com todas as letras o próximo objetivo do player, que é o de salvar a própria pele tentando encontrar o ponto de extração, local onde um segundo helicóptero o aguarda. Para os que compreendem a atmosfera de F.E.A.R., o pacote revela-se muito atraente, prolongando o sofrimento do personagem ao longo de um caminho inóspito, ainda com o mesmo gosto amargo deixado por Alma, a pequena garota com jeito de filme de horror japonês na linha de "O Chamado" (The Ring).

http://games.terra.com.br/interna/0,,OI1326982-EI6499,00.html

Tecnologia: Programa escolhe o que o usuário deve ler em enciclopédia


Organizar o material de leitura de acordo com interesses e assuntos específicos pode custar um certo trabalho na busca pela internet. Buscando uma forma de agilizar o preparo dos textos utilizados na aula que dá a alunos da graduação, Alexander Wissner-Gross, estudante de doutorado em física na Universidade de Harward, desenvolveu um software que gera uma lista de materiais de leitura adequados aos interesses específicos dos usuários.

O programa foi gerado a partir da análise da forma como as informações estão conectadas na Wikipedia, enciclopédia online gratuita escrita por voluntários. Foram usados algoritmos que analizam o a estrutura do hipertexto do site, capazes de identificar as páginas "mais importantes" na Wikipedia sobre determinado tópico. Eles também foram usados "para achar páginas sobre uma determinada área, como física, que também tivessem informações sobre outro assunto aleatório de interesse, como helicópteros", disse Wissner-Gross ao site da revista "New Scientist".

Um algoritmo parecido com o que é utilizado pelo Google foi bastante efetivo. Ele obtém a popularidade de uma página examinando o número de outras páginas que têm um link para ela e também a popularidade dessas páginas. Outro algoritmo, que examina o número de links necessários para ir de um artigo a outro também produziu bons resultados em listas curtas.

"Se um estudante de medicina tem interesse particular em neurociência, posso fazer uma lista customizada de leituras específicas para ele", conta Wissner-Gross. Ele acredita que o software possa ajudar pesquisadores que querem se atualizar rapidamente em um assunto específico, selecionando o material que se encaixa melhor em seus conhecimentos e especialidades.

Potencial
Para Jon Kleinberg, especialista em redes de informação na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, o projeto tem potencial. "Analisar a estrutura da Wikipedia é definitivamente uma forma bastante promissora para ajudar os usuários a lidar com sua imensa quantidade de conteúdo."

Mas Kleinberg afirma que há diversas outras formas com potencial a serem usadas. Ele sugere, por exemplo, explorar a identidade individual dos editores da Wikipedia. "Pode ser feita uma analogia diferente, colocando a Wikipedia como um sistema onde diversos editores expressam interesse em determinados tópicos, através da edição das páginas. Deste modo, pode-se tentar colocar recomendações, interligando páginas editadas pelas mesmas pessoas."

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1406125-6174,00.html

Humor: Pablo Francisco, o narrador de trailer




um blog, várias idéias, muitos assuntos, (-ãn?-) SerNerd.blogspot (-buuuuuuuuuuuuuuuuuumm-) com DJ Androide...

Games: primeiras imagens do esperado Tomb Raider: Anniversary


A heroína Lara Croft, uma das personagens mais cativantes dos videogames, ganha uma versão para comemorar os dez anos da série. Tomb Raider: Anniversary é uma versão graficamente melhorada do primeiro jogo da série, que vendeu mais de 7 milhões de cópias.

Nesta edição, Lara Croft visita a Europa, Peru, Egito e a fantasiosa Atlantis. Tomb Raider: Anniversary será lançado em 2007 para PC, PS2 e PSP.


Veja mais screens do game, clicando aqui

http://games.terra.com.br/interna/0,,OI1323128-EI6499,00.html

Informática: Mudanças na Web em 2007 virão do usuário, dizem analistas

Três especialistas em Internet prevêem uma continuação da influência do internauta nas mudanças que acontecerão na web em 2007, mesmo com a dificuldade que existe em se fazer previsões sobre o assunto.

Ainda que marcas como Google, Yahoo e Amazon sejam familiares aos usuários, os últimos 12 meses já deram sinais de que seus reinados não durarão para sempre. Em 2006, nomes como YouTube, MySpace, Bebo e Facebook foram os que ganharam as manchetes, ao lado de vários outros sites de relacionamento

O foco nos usuários e em comunidades online deve continuar em 2007, de acordo com Kathy Johnson, da Consort Partners, uma empresa do Vale do Silício que vem recomendando às empresas que estão iniciando suas operações a se focarem na Web 2.0.

A Web 2.0 é a segunda geração de serviços baseados na web, como sites de relacionamento, wikis (sites que permitem ao usuário agregar ou editar informação do mesmo), instrumentos de comunicação e 'folksonomias' (sites que permitem a categorização coletiva de informação).

Comunidades
A grande tendência entre as empresas baseadas na Web será a "atualização da personalização", diz Johnson. Com isso, ela quer dizer que as empresas tentarão explorar a informação gerada pelas comunidades que surgirem na Internet.

Ela diz que sugestões de livros e CDs feitas por lojas como a Amazon não têm a confiança das pessoas porque não se têm certeza de como elas são feitas. Por outro lado, os usuários tendem a confiar mais em recomendações vindas de grupos de interesse de que eles participem.

"É por isso que todas as empresas estão falando em gerenciamento de reputação e associando com a personalização, pois assim, as recomendações têm a confiança do usuário", afirma Johnson, para quem os sites como o Last.fm e Mog puxam a fila da nova tendência, que deve crescer nos próximos meses.

Para o empresário Philippe Courtot, 2007 deve ser um ano de profundas mudanças na indústria de tecnologia e que os produtos baseados na Web também devem ganhar espaço.

A facilidade e velocidade com que os programas baseados na rede estão sendo combinados estão fazendo com que mais e mais empresas se perguntem como elas podem criar os softwares que elas usam para manter suas organizações funcionando.

"Não é mais possível desenvolver softwares à moda antiga", explica Courtot, fundador e presidente da empresa de segurança online Qualys. "Os custos de distribuição e suporte são cada vez maiores e a satisfação dos clientes só diminui".

Ao invés de comprar uma licença para o programa e desenvolver os aplicativos sozinhas, cada vez mais companhias estão procurando empresas que possam oferecer software através de um browser (navegador).

Com os consumidores começando a ficar mais escassos, ele prevê um aumento na quantidade de fusões e aquisições entre empresas, já que empresas de software tendem a se canibalizar para permanecer no ramo. "Vai haver uma consolidação", afirma Courtot.

Telefonando
Para Martin Illsley, diretor de pesquisa na Europa da consultoria de tecnologia Accenture, este ano terá grandes avanços na tecnologia ¿ especialmente na área da telefonia celular.

Com os números de aparelhos com câmera chegando ao seu limite, novidades radicais podem aparecer, aumentando o poder do consumidor e deixando as empresas em situação desconfortável.

"Telefones com câmera permitirão a comunicação entre consumidor e empresa através de imagens, além de telefonemas e e-mails", diz Illsley. "Os consumidores ficarão mais aptos a fazer reclamações usando imagens tiradas do produto em questão".

Para as empresas, o lado negativo é o de permitir que os consumidores usem imagens dos produtos com problemas. Contudo, empresas com mais visão, diz ele, se aproveitarão para utilizar informações captadas através das imagens e que não poderiam ser usadas de nenhuma outra maneira.

Illsley também espera que este ano veja novas tecnologias em especial robôs e sensores remotos fazendo mais parte da vida diária do consumidor, uma vez que seus custos devem cair.

"Novas gerações de robôs feitos para serviços não serão muito inteligentes, mas prestarão assistência barata para tarefas como empacotamento, limpeza, e checagem, por exemplo".

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1326044-EI4802,00.html

Tecnologia: Fotolivro resgata velhos álbuns de fotos no século XXI


As máquinas fotográficas digitais, apesar da praticidade, acabaram com um dos símbolos da época da fotografia analógica: o prazer de manusear as imagens impressas. A popularização do acesso à revelação digital abriu espaço para uma nova abordagem: o fotolivro. Tendência mundial trazida para o Brasil há cerca de um ano, o produto agora começa a alcançar o mercado, combinando a tecnologia e a qualidade das impressões digitais com o resgate de antigos costumes.

O fotolivro é um livro com a mesma qualidade dos de fotografia profissionais, mas feito com as imagens de cada pessoa, de forma personalizada. “Ele é, na fotografia digital, a primeira grande novidade no que diz respeito a ver as fotos fora da tela do computador”, conta Marcos Perlman, presidente e fundador da DigiPix, empresa pioneira do ramo no país. “Conseguimos imprimir em offset com baixa tiragem, oferecendo personalização com a mesma qualidade de um livro de livraria.”

A tecnologia da internet colaborou para o desenvolvimento da novidade. A partir de casa, o usuário pode enviar suas fotos para um profissional, ou ele mesmo diagramar seu próprio fotolivro. Facilidade semelhante à possibilidade de mandar relevar suas fotos digitais através da rede, mas com um grande diferencial: a personalização em um álbum.

De acordo com um relatório da Photo Marketing Association, as impressões de fotos digitais aumentaram 61% no último ano, sendo que os pedidos feitos online cresceram 150%. A pesquisa traz dados dos Estados Unidos, onde o fotolivro já tem um mercado consolidado. “Nós trouxemos para o Brasil para mudar o conceito. Não é apenas revelar um bolo de fotos, mas sim contar uma história, colocar a emoção das pessoas em um livro bonito”, explica Perlman.

Suas fotos em um livro
A primeira ressalva feita quando se fala de um livro de fotos personalizado é o preço. Para Perlman, falta às pessoas costume para perder a concepção de que o produto é caro. Um livro mais simples, o chamado fotolivreto, com 20 páginas, sai no varejo por R$25. O carro-chefe, que é um livro maior e com melhor acabamento, sai por cerca de R$100,00, em formato A4, com 20 páginas (com capacidade para 80 fotos).

Há dois modos de ter um fotolivro personalizado: o usuário pode diagramar seu livro com um software gratuito fornecido pela DigiPix, e apenas mandar para a impressão e montagem, ou contratar alguém especializado para fazer a produção. No primeiro caso, empresas como a Fotótica e o Submarino oferecem o serviço, em parceria com a DigiPix, que opera apenas a parte industrial do negócio. “Nós vendemos o serviço a lojistas, que revendem para o consumidor final”, conta Perlman. “Além dessas empresas, também trabalhamos com outras que oferecem o serviço completo, incluindo o design do livro”.

Arlette Gora é uma dessas parceiras. Dona da StoryBook, fundou a empresa para trabalhar com o fotolivro. “Quando conheci o produto, resolvi fazer um de teste e fiquei bastante impressionada com o resultado. Percebi que era um mercado novo, com bastante potencial, e no início de 2006 montei a empresa, com o fotolivro como principal produto”, conta. O perfil dos clientes é bastante variado. Como é um produto personalizado, que não sai tão caro em relação a suas características, Arlette têm clientes que usam o fotolivro como presente para namorados, portfólio para profissionais e lembranças de familias.

A doceira Lara Turkie é uma das clientes que utilizaram o produto para o meio profissional. Sócia de sua mãe na Fifi Doces, encomendou um fotolivro na véspera de um evento da área, com fotos de mesas de doces, principalmente de casamentos. “Foi um sucesso. No evento, queriam comprar o livro, que utilizamos como material próprio de divulgação”, conta Lara.

Para ela, o produto atua como um material bonito de divulgação profissional, que chama muito a atenção das pessoas. “Temos planos de fazer outros, para montar uma série de livros temáticos com os nossos trabalhos.”

No Brasil o mercado do fotolivro ainda está começando, mas a perspectiva é de que ele tenha uma porcentagem importante futuramente. “As pessoas precisavam de uma desculpa para voltar a imprimir fotos. No futuro, esse produto pode substituir parte das revelações normais, em ocasiões especiais. Esse foi um modo de voltar ao hábito antigo de ter álbuns de fotos, de uma maneira mais desenvolvida tecnologicamente, com modernidade”, conta Perlman.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1405147-6174,00.html